13 de novembro de 2009

Educação a esperança para o mundo


Educação: Esperança para o mundo!


    É preciso acreditar que o mundo só terá esperança se realmente acreditarmos na educação. Mudar o mundo não é tarefa fácil, mas se educarmos nossas crianças para que tenham autonomia, personalidade e acima de tudo consciência para fazer as escolhas certas, podemos acreditar na mudança do mundo.
    Hoje a educação no Brasil é considerada uma das piores do mundo, e de quem é a culpa? Cada um de nós temos uma parcela de culpa, os pais, os professores, a escola num todo, a mídia, o governo, enfim se formos apontar todos os culpados perderíamos horas. Agora se todos somos culpados de quem cobrar? Não adianta cobrar apenas dos nossos jovens e crianças, muitas vezes colocando-os em situações humilhantes. Temos que trabalhar com a família, afinal foi com a família que a criança ou o jovem teve o primeiro contato com alguma forma de educação ou pelo menos deveria ter sido. É claro que isso não é uma regra, pois muitos nem ao menos tem família. O que fazer? Ao invés de ficarmos em nosso sofá assistindo a noticiários sensacionalistas, olhando com olhos de condenação, podemos olhar esse jovem com esperança, fazer escolhas certas de governantes para que construam abrigos que resgatem a auto estima dessas crianças e jovens e não campos de concentração.
Então, qual verdadeiro o papel da família? A família deve estimular. Deve ensinar bons modos e princípios de respeito ao próximo. Não cabe à escola ensinar tais coisas e sim trabalhar o intelectual. É claro que na verdade os dois processos deveriam andar juntos: escola e família ajudando uma a outra e não sendo inimigas mortais como hoje acontece.
Ok! Já entendemos o papel da família. E a escola, que traz discussões tão complexas quanto a sua atuação.
Assim foi no final do século XIX e começo do século XX, as escolas na verdade voltaram a ser depósitos de crianças. Os pais depositam as crianças pela manhã, assim podem realizar todas as suas obrigações e ao entardecer retiram do depósito.
Quanto aos jovens, a ideia de escola está totalmente banalizada, pois não passa de um ponto de encontro, onde sabem que todos os dias vão encontrar as mesmas pessoas. Com tantas pessoas aglomeradas no mesmo lugar é preciso impor sua autoridade, então começam a formar as gangues. Hoje, mais conhecidas como famílias. Logo, com tanto tempo ocioso as escolas se tornam campos de guerra. O que fazer?
O primeiro passo é ter consciência de que o jovem não são mais os mesmos, não tem o mesmo gosto e não se interessam mais pelas mesmas coisas.
Mude a estratégia. Tente atrair os jovens com aquilo que gostam. Se gostam de RAP,. tentar trabalhar a estrutura, a linguagem do RAP. Se gostam de HIP-HOP, por que não trabalhar a dança na aula de educação física. São tantos os caminhos, tantos passos a dar. Basta querer. Basta acreditar. Não é preciso ser educador para saber ou não se pode fazer algo. Faça um exame de consciência, apenas para começar. Quando este exame estiver pronto ele te mostrará os caminhos seguintes. Mas nunca se esqueça, a\me seu próximo simplesmente porque ele existe.

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