21 de fevereiro de 2010

Liderança Com Criatividade: A Chave Da Gestão De Pessoas

Nos tempos atuais muito se fala a respeito de líderes. de gestores que sejam Coach, empreendedores, mas o que realmente tudo isso significa? Será mais um modismo na era tecnológica da Gestão de Pessoas?

 

Nos tempos atuais muito se fala a respeito de líderes. de gestores que sejam Coach, empreendedores, mas o que realmente tudo isso significa? Será mais um modismo na era tecnológica da Gestão de Pessoas?
Liderança é um processo por meio do qual as pessoas assumem posições de “comando”, “coordenação” de grupo, com o objetivo de atingir um resultado, uma meta.
O processo de liderança nas organizações é cíclico. A cada momento surge um novo líder e essa ascensão irá depender da especificidade da ação, do resultado a ser alcançado, das competências necessárias desse profissional, para a situação que se apresenta.
Quando se exerce o papel de líder, seja por definição da empresa, pela posição que ocupa no nível hierárquico, ou quando, para determinada situação você é quem tem as competências necessárias, faz-se necessário pensar quem são os componentes da equipe que serão liderados, como conduzi-los para a ação.
Ao assumir um papel de líder é preciso ter o olhar sobre todos, ter a visão crítica da situação que se apresenta, quem são as pessoas que compõem o grupo e qual o resultado a ser alcançado. Este olhar deve ser diferenciado: desfoca a realidade para focar novamente. 
As pessoas que fazem parte do processo precisam ser geridas de forma que o líder conheça suas potencialidades, suas expectativas, suas competências, para que essas, quando inseridas num projeto, contribuam de uma maneira mais efetiva e eficiente.
Vale ressaltar que são as pessoas quem irão colocar literalmente “a mão na massa” e fazer acontecer o projeto. Portanto, cabe ao líder considerar cada pessoa como se fosse única, atribuindo-lhe responsabilidades para as quais o profissional se sente maduro e apto a conduzir. O líder deve empreender, orientar, educar sua equipe, proporcionando aos liderados condições o para seu crescimento individual e profissional.
Ser o Coach de sua equipe é ter o entendimento das diferenças individuais, de suas potencialidades e das possibilidades de sucesso. Deve ainda orientar seu time na condução do processo, tornando-se, desta forma, co-gestor, co-responsável pela ação.
Na Gestão de Pessoas, liderar é empreender os talentos e saber como esses podem contribuir para o sucesso do trabalho. Se houver sucesso ou fracasso no processo, esse será compartilhado pelo grupo.
Liderar ou exercer a liderança é ter o entendimento da cultura organizacional, do planejamento estratégico da mesma e alinhar sua equipe de acordo com as competências contributivas da cada um para atingir os resultados esperados. Isto torna cada elemento co-participativo do processo, é fazer cada sentir que faz parte do time e não que está à parte. É preciso conciliar os objetivos organizacionais com os individuais, e saber em que momento ocorre a intersecção, o ponto comum entre as partes envolvidas. O líder deve ter em mente que as pessoas fazem os processos. São elas que por meio de seu trabalho contribuem efetivamente para com a organização e com a equipe.
O capital humano deve ser valorizado para unir o grupo ao redor de um objetivo comum. Cada um deve se questionar: até que ponto contribuo com o resultado da minha empresa? Quando o meu trabalho é o reflexo deste resultado? Qual o objetivo a ser atingido? Como empreender a criatividade, inovar e formar novos líderes?
Marisa de Fátima Poças Alves dos Santos é psicóloga, pós-graduada em Administração e docente em Gestão de Recursos Humanos,Gestão do Conhecimento, Planejamento Estratégico, Planejamento de Recursos Humanos, Administração de Recursos Humanos,responsável pelas relações com empresas da Fundação Vanzolini.
É Diretora da MS-2 Consultoria e Treinamento Ltda....

20 de fevereiro de 2010

Diferença entre homens e mulheres enriquece equipes

 

 

Fonte:Equipe InfoMoney

 

As mulheres representam 41% dos profissionais do Brasil. Embora minoria, elas estão em vantagem em relação a alguns atributos, enquanto os homens se beneficiam de outras características.
Em uma pesquisa realizada no ano passado com mais de 6 mil mulheres, a empresa especializada em produtividade e administração do tempo Triad Consulting apontou que 81% das mulheres são capazes de executar diversas tarefas com qualidade, o que nem sempre acontece no universo masculino.
"As mulheres conseguem dividir o seu tempo de forma mais equilibrada que os homens. No estudo, isso pode ser provado quando vemos que elas têm mais foco nas atividades importantes - aquelas que trarão benefícios a longo prazo - do que eles", afirmou o CEO da Triad, Christian Barbosa.
Unidos
Embora homens e mulheres sejam diferentes na forma de lidar com as mesmas tarefas, há características que são independentes do gênero. "Proatividade, liderança e capacidade de resolução de problemas são pré-requisitos para qualquer profissional", afirmou o diretor-geral do portal de empregos Trabalhando.com.br, Renato Grinberg.
De acordo com ele, o que deve ser procurado é o equilíbrio da diversidade de gênero dentro de uma organização, que pode fazer com que uma equipe consiga resolver problemas de forma mais efetiva.
"Elas, por exemplo, conseguem com mais facilidade manter relações interpessoais, enquanto eles resolvem problemas de maneira mais rápida e objetiva. O importante é não tentar igualar atitudes, mas trabalhar com o conceito de complementaridade", concluiu Grinberg.

4 de fevereiro de 2010

Empresas devem apostar em líderes com diversidade cultural.

A diversidade de pensamento entre as lideranças como fator-chave para a inovação é essencial para a inovação nas companhias. Porém, a maioria das empresas está longe desta realidade. A conclusão é do estudo “The Global Mindset: driving innovation through diverse perspectives”, da Ernst & Young. A pesquisa  mostra que companhias operando em mais de 25 países, geralmente, têm menos de 5% das lideranças seniores baseadas fora do país-sede, indicando que as empresas pecam na diversidade de pensamento e cultura.

A pesquisa, realizada com 520 executivos seniores de companhias globais, destaca como a inovação é fomentada pelo choque de idéias originárias de perspectivas diversas.

"A crise econômica exige que repensemos as maneiras como os negócios têm sido conduzidos", destaca James Turley, CEO global da Ernst & Young. "No topo da lista do que deve ser examinado está a conexão entre diversidade no pensamento e inovação. As lideranças corporativas precisam pensar sobre como uma falta de perspectivas diversificadas - tanto no nível de direção das organizações quanto no individual - pode afetar os planos de crescimento global, novos produtos ou fusões e aquisições."

O estudo argumenta que a visão tradicional de diversidade (pela ótica de gênero ou raça) é muito estreita e deveria abrigar outras diferenças, como repertório cultural, geração, educação, habilidades, personalidades e experiências de vida. Nas entrevistas com acadêmicos e gestores de negócios, a Ernst & Young identificou quatro princípios que os líderes devem considerar:

1º - Captar a mentalidade: focar-se na liderança transformadora e pensar no que realmente é necessário para uma mudança cultural na organização.

2º - Criar um espectro de talentos: proativamente desenvolver equipes diversas, encontrando talentos em lugares inesperados.

3º - Antecipar a próxima grande idéia: alavancar a diversidade de pensamento e capacidade para identificar novos produtos e serviços.

4º - Entender que o consenso nem sempre é desejável: choques saudáveis de idéias podem favorecer o desenvolvimento da companhia. Para que sejam efetivos, precisam ser moderados por uma gestão intercultural e inclusiva.

"Todos sabemos que a inovação é crítica para a recuperação econômica", observa a vice-presidente global de políticas públicas, sustentabilidade e integração com stakeholders da Ernst & Young, Beth Brooke, considerada há três anos consecutivos uma das 100 mulheres mais poderosas do mundo pela revista Forbes.

A executiva, que esteve no Brasil ano passado, quando foi protagonista de um encontro com as lideranças femininas do Lidem - Grupo de Mulheres Líderes Empresariais, reforça a importância dessa transformação. "No atual ambiente, lideranças com uma mentalidade verdadeiramente global, capazes de integrar perspectivas diversas, serão as mais bem-posicionadas para conduzir a inovação, com sucesso, a longo prazo".

 

Fonte: Ernest & Young - HSM Online